Da Garzón, 5 rótulos que provamos antes para você beber melhor

Uruguai | Por Regis Gehlen Oliveira- Da vinícola cinematográfica localizada na província de Maldonado, tivemos agora a oportunidade de provar 5 rótulos, apresentados pelo seu CEO e enólogo, Christian Wylie, nascido no Chile mas morador há muitos anos, junto com sua mulher uruguaia, no nosso país vizinho ao sul. Com sua simpatia e seus longos cabelos brancos, explicou na sede da ABS-SP um pouco da história da Garzón, bodega do magnata argentino do petróleo Alejandro Bulgheroni, que além de ter cerca de 20 vinícolas pelo mundo é dono da maior empresa privada da Argentina, sócia da British Petroleum e da China Oil.

Conta romanticamente Christian que o projeto da Garzón começou a partir de um desejo da esposa de Bulgheroni de ter um campo de oliveiras no Uruguai. Se é uma historinha verdadeira ou uma estória de marketing — embora os doutos das academias do Brasil e Portugal decretaram na última reforma ortográfica que não existem mais estórias —, a história registra que Bulgheroni investiu milhões de dólares em oliveiras e posteriormente em vinhedos, hoje produz azeites de alta qualidade, vinhos a cada dia mais reconhecidos, e construiu uma das maiores vinícolas sul-americanas, com instalações de produção que pela tecnologia chegam a lembrar um filme de James Bond, além de um complexo de enoturismo de luxo e muito bom gosto.

VINHOS PROVADOS

Entre os vinhos provados estão um recém-lançado rótulo na linha laranja e os afamados Petit Clos Tannat e Balasto, este o ícone da bodega. Os rótulos da Garzón são importados no Brasil pela World Wine e encontrados na respectiva loja.

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