O concurso internacional da revista inglesa Decanter concedeu 96 pontos a este rótulo, a maior pontuação da história de um vinho brasileiro na competição. Na rolha a cor sem muita tintura dá um indício da sua não passagem por madeira, mas na taça revela uma cor bastante profunda. Os aromas puxam para amoras e demais frutas negras, com toque de pimenta do reino, sem defeitos, francos. Na boca, a sensação é de bastante seco, leve, diferente do padrão Novo Mundo, com taninos redondos mas não profundos, frescor intenso, grande mineralidade, toques salinos e equilíbrio de boca, com um certo grau terroso. Em nenhum momento se sente sobra dos seus 14,6% de álcool. Um Syrah raiz que dá vontade de beber mais e mais taças. Não tente comparar com Syrah encorpado como do Rhône: é outro terroir e outra pegada de vinho. Excepcional preço-qualidade. Bom para harmonizar com queijos duros, massas com carne e pratos com cogumelos. Grande exemplo da qualidade da técnica de Colheita de Inverno dos vinhos do Sul de Minas Gerais.
| Produtor | Maria Maria |
| Nome do vinho | Maria Maria Isabela Syrah |
| Categoria | Tinto |
| Região | Sul de Minas Gerais |
| País | Brasil |
| Safra | 2023 |
| Uva | Syrah |
| Harmonização | Intensidade 7 |
| Preço | Faixa 3 |
| Pontuação VC | 93pts |
| Preço-Qualidade | Excepcional |





