
Breno Raigorodsky | Poucas são as empresas que já conseguiram este certificado no Brasil, apesar de ser uma tendência quase obrigatória para quem se preocupa com a natureza, mas também para quem quer obter e manter livre-comércio com os mercados mais exigentes do mundo, que só comercializam com quem obtém certificados como este que a Miolo acaba de conseguir.
Com um trabalho de certificação — que abrange as quatro vinícolas do grupo: Miolo (Bento Gonçalves), Seival (Candiota), Almadén (Santana do Livramento) e Terranova (Bahia) — provou-se que as práticas adotadas no manejo estão pra lá de satisfatórias, visto que opera com carbono negativo, emitindo 1.343 toneladas de dióxido de carbono, mas remove mais de 2.400, superando em muito a neutralidade, ou seja, ajudando a melhorar o ambiente.
Não se fala aqui apenas do que acontece no campo, mas do vinhedo ao engarrafamento, garantindo que o impacto ambiental produtivo seja fortemente compensado por toda a prática agroindustrial.
Obviamente, isso significa uma série de opções de produção, incluindo neste todo a quase eliminação de defensivos químicos.
Cada garrafa também faz parte desse impacto, pois cada uma que vai para a gôndola remove algo em torno de 108g de $CO_2e$.
Isso vale para os produtos de ponta, mas também para aqueles do dia a dia, que normalmente são deixados em segundo plano, visto que atingem consumidores normalmente menos preocupados com questões ambientais.
Portanto, quando pensar em consumir ou presentear alguém com um vinho que siga as normas ambientais mais avançadas, pense em Miolo, que você vai ficar bem
